Tendências para 2010 em mobiliário e decoração traz cores e formas ousadas

Uma das principais feiras que ditam o que é tendência para o setor de móveis e decoração é a ABIMAD. Neste ano o evento trouxe 156 expositores com produtos desde móveis de estilo até objetos de decoração – passando por luminárias, tapetes, cristais e uma enorme variedade de acessórios que combinam qualidade e design.
Um dos principais destaques dos produtos é a variedade de cores e a intensidade das mesmas para qualquer tipo de produto. As cores seguem a tendência da moda, que aposta no flúor, cítrico, como fonte de alegria e inspiração para os objetos. Laranja, pink, azul turquesa e amarelo eram cores constantes na grande maioria dos estandes.

Além das cores, formas inusitadas e design arrojado também conquistaram o público que, a cada coleção, tem maior aceitação à esses produtos. Além dos móveis, os estofados com linhas sinuosas e orgânicas apresentam, além do design, conforto com novos tecidos desenvolvidos através de materiais reciclados, como a garrafa pet mostrando a preocupação com o meio ambiente.

Outro destaque relevante se refere aos materiais naturais utilizados na composição dos produtos levantando sempre a bandeira do sustentável. Bambu, bambu gigante, apui, fibra de bananeira entre outras novidades, além de fibras sintéticas. Esses são tendências tanto nas áreas externas como nas internas e conquistam, a cada ano, mais espaço dentro das casas, conferindo ao ambiente descontração e tranqüilidade.

Também vale lembrar a predominância de móveis e objetos de decoração orientais, importados da China, Tailândia, Vietnã, Índia e outros países que trazem na forte cultura, objetos de deuses, cenas típicas dos países, almofadas, colchas e mantas bordadas a mão, além da porcelana chinesa, tendência que nunca saiu de moda e conquista pela minuciosidade dos detalhes, a pintura feita à mão, uma a uma, atrai o público e conquista cada vez mais os lojistas.

Mas nenhuma dessas tendências é mais forte do que os produtos, independente de estilo, material, cores ou utilidades, se não forem sustentáveis e ambientalmente corretos com madeiras de florestamento, tintas à base de água além da importância do selo FSC, que hoje é uma garantia de origem da matéria-prima.
Ele atesta que a madeira de origem florestal utilizada em um produto, vem de florestas manejadas de forma ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável. Isso tudo atrelado à produtos de qualidade e muito bom gosto, com design único e diferenciado.

*Veja exemplos aqui.

FONTE: Portal Moveleiro

Decoração ecológica invade a casa

Nova coleção de almofadas Les Coussins confere singularidade à decoração com quatro grupos diferentes de revestimento sustentável e estamparia exclusiva.

Da Arte aos objetos do cotidiano, hoje os materiais ecologicamente corretos são empregados em uma grande variedade de produções e representam a mais forte tendência da decoração em 2010. Este é o caso das eco-almofadas que serão lançadas pela Les Coussins na 20ª Abup Show, feira que reúne de 26 de fevereiro a 1 de março no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, as principais novidades em utilidades doméstica e objetos de decoração produzidas no País.

De acordo com a designer Fátima Queiroz, proprietária da empresa, na nova coleção foram usados quatro tipos diferentes de revestimento sustentável:

· Fibras recicladas: malha de pet e lona locomotiva.

· Tecidos orgânicos: lã e linhão em algodão.

· Tecidos ecológicos: seda, couro de peixe e couro vegetal.

· Fibras naturais: algodão, juta, bambu, sisal, vime, linho e rami.

Ela conta que a nova coleção totaliza cerca de 150 modelos criados a partir de tecidos produzidos no Brasil, República Tcheca, Índia, Guatemala e México que foram selecionados pelo diferencial das tramas. Os tecidos orgânicos, couros ecológicos, lona locomotiva, juta, sisal, vime e rami, ressalta, têm uma textura rústica que quebra a monotonia de ambientes sofisticados. Já a maciez da seda ecológica, fibra de bambu, algodão e malha de pet dão um toque de conforto à decoração, afirma.

Estamparia Substitui Produtos Que Ameaçam o Meio Ambiente
Segundo Fátima, a preocupação com a sustentabilidade abrange também a técnica de estamparias exclusivas criadas pela empresa. Todas as estampas, explica, são aplicadas nas peças com telas de material biodegradável e tintas naturais retiradas de frutos e flores. Os desenhos têm influência do design português aplicado em azulejos e da cerâmica mexicana, retratando aves em diversas composições. A proposta das eco-almofadas é apontar para a melhor qualidade de vida através de uma ambientação relaxante. Por isso, Fátima diz na nova linha predomina o uso de tons de azul que tem o significado emocional de tranqüilidade e é a mais evidente tendência de cor para a decoração em 2010. A coleção também recorre ao uso do preto, cinza e branco para equilibrar a luminosidade dos tons amarelos que vêm ganhando espaço nas paredes. As eco-almofadas podem ser encontrada em estúdios de decoradores e lojas de móveis de todo o País. Lojistas podem fazer encomendas pelo www.lescoussins.com.br.

FONTE: Atibaia News

Resultado da Promoção: 2010 Decorado com I-Stick

No meio de tantas frases super criativas, foi difícil de escolher uma – e isso fez com que atrasassemos bastante o resultado da promoção. Mas agora, finalmente, a grande vencedora da Promoção “2010 Decorado com I-Stick” foi a Darlania com a seguinte frase:

“OS DESEJOS DO MEU LAR EM 2010 SÃO COMO OS DE UMA FLOR QUE PRECISA SER REGADA: CHUVA DE I-STICK PARA A CASA SER ALEGRADA!”

Entramos em contato com a Darlania e agradecemos a participação de todos que enviaram suas frases.
Se não ganhou dessa vez, é só ficar de olho nas nossas promoções.

Influência da cultura japonesa cria espaço zen e confortável

Natália Fernandjes

A utilização de peças japonesas na decoração dos ambientes tornou-se mais comum no Brasil, tanto que a maior parte das residências conta com pelo menos um item da cultura oriental. O resultado é um espaço zen, marcado pela simplicidade, energia e conforto.

De acordo com a arquiteta Mirna Tanaka, a decoração japonesa traz energia para os ambientes, mas é requisitada, na maioria das vezes, para fins comerciais, como em motéis e restaurantes. Para não errar, o ideal é mesclar elementos da cultura oriental com outros estilos mais modernos e assim evitar os exageros. “Podemos colocar um quadro japonês ou o bambu revestindo a parede, itens que podem ser retirados sem a necessidade de grandes reformas”, comenta.

Este tipo de decoração agrada, principalmente, aquelas pessoas apaixonadas pela cultura japonesa. Peças em cerâmica ou porcelana, garças, quadros com o sol nascente, almofadas e tapetes podem completar a decoração. Além disso, luminárias esféricas e paredes em forma de curva pintadas de vermelho podem ser utilizadas como forma de dar movimento ao espaço. “Sempre deixo uma rosa vermelha no cômodo para fluir a energia do amor”, revela a arquiteta.

Estilo oriental em todos os cômodos da casa
A cama japonesa começou a ser difundida no Brasil na década de 70 e é hoje um dos itens orientais mais utilizados, principalmente pelos jovens casais. Para complementar a decoração do quarto, a indicação de Mirna é apostar nos futons coloridos, que deixam o ambiente mais moderno e confortável.

Na sala, a cor vermelha deixa o espaço mais alegre e vibrante para receber os amigos e no quarto o tom quente ajuda a aquecer o relacionamento. Outro elemento bastante utilizado é o bambu, que traz um pouco da natureza para o espaço.

No banheiro, a madeira em forma de deck ajuda a descarregar todas as energias negativas. “A pessoa pisa descalça na madeira e a água do chuveiro descarrega as energias negativas para a natureza”, comenta a profissional.

Para se aproximar ainda mais da original decoração japonesa, um porta chinelos e sapatos pode ser colocado na porta de entrada da residência. “A pessoa pode chegar até a porta e já tirar os sapatos e colocar chinelo para entrar em casa sem carregar para dentro as energias da rua”, comenta Mirna.

Na sala de jantar, a dica da arquiteta é optar pelo tradicional. “As mesas baixas com tatame só devem ser usadas para um ambiente especial. Nem todos conseguem sentar com as pernas cruzadas”, esclarece. Além disso, segundo Mirna, até os japoneses que moram no Brasil já se adaptaram as mesas com cadeiras.

Serviço
Arquiteta
Mirna Tanaka
9982-3354
mmtarqedecor@itelefonica.com.br

Hotel usa elementos orientais na decoração
Para aqueles que não tem a oportunidade de harmonizar a casa com os elementos do Feng Shui e da cultura indiana, a dica é passar uma temporada no Canto da Floresta Hotel Resort. Localizado em Amparo, no Circuito das Águas, o local oferece aos turistas todo o conforto, o requinte e a oportunidade de repor as energias durante sua estadia.

A decoração do hotel, baseada nos preceitos do Feng Shui, pode ser notada nos móveis de rattan, na ambientação com madeira de reflorestamento, nos tons pastéis utilizados nas paredes, nas velas, cristais, objetos orientais e na suave música de fundo. Nos quartos, o posicionamento das camas – todas com a cabeceira voltada para o norte – e o canto arredondado das paredes respondem pelo melhor fluxo de energia vital.

“Oferecemos aos clientes uma estrutura que dá conforto e ao mesmo tempo faça renovar as energias. Enquanto a pessoa dorme, a energia e os elementos do Feng Shui trabalham a seu favor pra que ela acorde de manhã pronta para as atividades do dia”, comenta o diretor do local, Luiz Nogueira de Mesquita.

Um pouco da Índia
Outra filosofia utilizada na decoração e na programação do resort é a indiana. Com a valorização das cores, dos traços arredondados e dos aspectos espirituais do ser humano, os turistas têm a oportunidade de aproveitar melhor o passeio com um ambiente alegre e cheio de boas energias.

Na recepção, o sino do deus Ganesha dá as boas-vindas aos hóspedes. O símbolo do OM, somado a Gita de madeira (elefanta) e Lakshimi – a representação védica da boa sorte, prosperidade e abundância – também ajuda na renovação de energias do local.

FONTE: Reporte Diário

Arte de rua no quarto, na fachada

Em busca de um clima jovem, hotéis apostam no grafite para decorar apartamentos
O Estado de S.Paulo

Hotel des Arts, Recife
Revitalizado, o hotel recebeu decoração temática nos seis andares – música, fotografia, artesanato, história em quadrinhos, mangá e grafite. Fica no bairro de Boa Viagem e fornece Wi-Fi grátis. Diária desde R$ 142, para duas pessoas. Mais: www.marolinda.com.br/hoteldesarts.html

Sixty, Riccione
Um painel com janelas em forma de elipse garante visual descolado desde a fachada do hotel da grife Miss Sixty ( www.sixtyhotel.com ), na litorânea Riccione, nordeste da Itália. Os interiores foram decorados por 30 artistas, com grafite, plástico e outros materiais moderninhos. Diária desde 140 (R$ 347).

Linson, São Paulo
O lobby do Hotel Linson, na Rua Augusta, conta com cenas urbanas desenhadas por Kobra. Agora, o mesmo tipo de decoração será feita nos 64 quartos. O objetivo é convidar grafiteiros diferentes para ilustrar cada um dos 17 andares. A diária custa desde R$ 121. Informações: www.linson.com.br.

Fox, Copenhague
OS 61 quartos do Hotel Fox, na capital da Dinamarca, foram grafitados por 21 artistas que criaram florestas, criaturas fantásticas, monstros e dormitórios de reis e princesas. Escolha a decoração antes de fazer reserva no site www.hotelfox.dk. Diária desde US$ 162 (R$ 295).

Pod, Nova York
O visual moderno ressalta o perfil tecnológico, bem ao gosto de jovens e aficionados por gadgets como o iPod, neste hotel em Midtown East. Veja grafites no jardim e em outros ambientes. Diária desde US$ 89 (R$ 162), com banheiro compartilhado. Informações: www.thepodhotel.com

Habita, Cidade do México
A fachada “suja”, de aço e vidro com grafites que lembram pichação pura e simples, dá ideia do mix de influências encontrado neste hotel. Mistura que continua em detalhes inesperados, como vasos da planta agave (matéria-prima da tequila). Diária: US$ 175 (R$ 320). Mais: www.hotelhabita.com.

Veja imagens no site do Estadão

Como usar o flúor na decoração

Resgatadas dos anos 1980, as cores flúor saem do guarda-roupa direto para a decoração. Derivadas de tons já fortes, como amarelo, laranja, pink e verde, pedem uso moderado. Saiba como deixar a casa “acesa” e divertida, porém com equilíbrio

Base neutra
“Toda cor deve ser parte de um equilíbrio geral na concepção do projeto, porém, os acessórios podem trazer um colorido providencial ao ambiente”, afirma a arquiteta Simone Mantovani. Se a base não for tão neutra, a dica é usar o bom-senso. “Para ter o toque moderno que as cores cítricas conferem à ambientação, não se pode exagerar”, diz.

Acidez controlada
O designer e fotógrafo Felipe Morozini acredita que as cores néon devem aparecer na decoração, sim, mas desde que sejam usadas nas peças móveis: “Quando nos deixamos levar pelo modismo, podemos pecar pelo exagero”, observa. É importante acrescentar outros elementos, que suavizem o visual.

Passagem de impacto
Para não enjoar, use o flúor em ambientes de permanência breve, como corredores, escadas e lavabos. “Já usei cores flúor em escadas, em detalhes como na espessura de uma parede e em lugares de passagem, nos quais funcionam como teletransporte”, diz o designer Marcelo Rosenbaum. Para contrabalançar tanto arrojo, uma dica é usar peças de madeira, por exemplo.

Harmonia lúdica
“Acredito que essas cores devem ser usadas em pequenas doses. Se for nos acessórios, o efeito será mais condizente”, recomenda o designer de interiores Rodrigo Albuquerque. Outra sugestão é eleger uma cor flúor e combiná-la com um estampado que tenha a mesma família de tom vibrante. “Esse é um apelo estético que resulta no lúdico”, afirma.

Veja fotos de exemplos e mais sobre decoração no Casa e Jardim.

Mude a energia da casa com a radiestesia


A cena é clássica: um homem com uma forquilha anda por um terreno para localizar um veio d’água. Ele o detecta com facilidade pela vibração diferenciada do galho que tem nas mãos ao passar, por exemplo, por um lençol freático que recolhe as águas da chuva no subsolo…

“Desenhos de homens com forquilhas podem ser vistos até nas cavernas pré-históricas. Egípcios e chineses também já sabiam e consideravam a influência do solo e subsolo na qualidade energética da habitação”, diz a radiestesista paulista Titi Vidal. “Porém a radiestesia se desenvolveu principalmente nos séculos 18 e 19, entre o clero da Igreja Católica. Ela era usada para detectar os pontos energéticos favoráveis para a construção de claustros, igrejas e catedrais”, diz a especialista. “Nessa época, a técnica ficou conhecida como rabdomancia – padres e monges eram grandes rab domantes. Estranhamente, a Igreja não considerava esse conhecimento como pagão”, diz ela.

No começo do século 20, essa técnica passou a ser mais divulgada e recebeu o nome de radiestesia. “Os radiestesistas são profissionais muito requisitados na França, Espanha e Alemanha, principalmente. Acompanham engenheiros nas construções, verificam a qualidade energética do solo e subsolo e tratam de seus desequilíbrios de energia. Muitos deles procuram fundamentar os princípios radiestésicos com o conhecimento científico”, diz a radiestesista paulista Titi Vidal. “Mas isso não é essencial: a radiestesia funciona sem precisar disso”, afirma.

Instrumentos medidores
Em suas consultas, os radiestesistas usam o pêndulo, sua grande ferramenta de trabalho, e outros instrumentos, como o dual road, a versão moderna da forquilha, e o aurameter, um medidor de aura. “Trabalhamos primeiro com o morador da casa e sua família. O aurameter informa se as pessoas estão com os chacras equilibrados, pois eles são os grandes vórtices que trazem energia para o corpo, segundo as milenares tradições da Índia. Depois de verificar os desequilíbrios energéticos do cliente, o profissional começa a trabalhar sua moradia. “Muitas vezes, é a falta de equilíbrio energético na casa que traz problemas de saúde”, explica.

Leia a reportagem completa no site Casa.com.br

A influência das cores na decoração da casa através do Feng Shui

Embora nem sempre as pessoas dêem importância, a cor que será utilizada para pintar as paredes de uma residência, loja ou escritório é de extrema importância dentro do Feng Shui. Através dessa técnica milenar chinesa de harmonização, a utilização correta das cores energiza positivamente os ambientes de modo a fazer com que o dia-a-dia de quem vive ou mora ali seja mais calmo, próspero e saudável. De acordo com Walter Alexandre, especialista em Feng Shui há mais de 10 anos, escolher uma determinada cor pode influenciar de forma positiva ou negativa na energia do ambiente. Afinal, muitas dúvidas pairam sobre qual é a melhor cor para uma casa, empresa e até mesmo qual ajudariam melhor nos estudos ou trabalho.

Abaixo, Walter Alexandre, que atua como consultor, terapeuta e professor de Radiestesia, Radiônica e Feng Shui, dará algumas dicas importantes das cores mais utilizadas dentro da filosofia chinesa nos cômodos de uma casa.

Quarto de criança(s) – As cores mais indicadas são verde claríssimo (equilíbrio e saúde), azul claro (serenidade, ajudando a acalmar e diminuir a insônia) e rosa pastel (estimula emoções positivas).

Quarto de casal – Neste caso também pode ser usado os tons de verde claros e/ou rosa suave. Essas cores provocam sentimentos de prazer em estar junto. Lembrando que laranja e vermelho em excesso causam irritação e nervosismo.

Cozinha – O verde poderá estar presente em qualquer ambiente, pelo que emana sua vibração. Tons de vermelho na cozinha ajudam a aguçar o apetite.

Sala de estar – Tons de verde suave e também cores aconchegantes como café-com-leite e marrom podem ser usados. Mas nunca o azul, pois acalma demais e a sala é um lugar onde se recebe amigos. Amarelo e laranja também são bons.

Banheiro – As cores indicadas são o verde e o azul por representarem a água. Quando tratamos de um lavabo, caso a pessoa não queira usar essas cores, o que pode ser feito é usar a cor de acordo com a decoração da casa.

Hall de entrada – Da mesma forma que no lavabo, o ideal é adequar a cor à decoração. O importante é que esteja sempre muito bem iluminado e limpo.

Sala de jantar – Cores quentes como amarelo, laranja e vermelho, que excitam. Neste ambiente as pessoas se reúnem para momentos de alegria e boa conversa enquanto saboreiam a refeição.

Escritório – O amarelo é a cor mais indicada para esta área, já que ela ativa a inteligência e a sabedoria, estimulando o raciocínio e o trabalho intelectual, aumentando a capacidade de concentração.

Saiba mais sobre a escolha das cores na decoração no blog Jornal da Fada.

FONTE: Jornal da Fada – Claudia Souza

Feng Shui atrai tranquilidade, prosperidade e equilíbrio

A antiga arte chinesa de criar ambientes harmoniosos, originada há pelo menos cinco mil anos, é uma técnica bastante utilizada na decoração. Com o Feng Shui é possível agregar em um único espaço diversos elementos da natureza e dessa forma criar um local mais tranquilo e próspero.

De acordo com a design de interiores, Adriana Reis Schulz, cada vez mais pessoas estão optando por essa tendência, que privilegia a integração da vida humana com os espaços de seu lar. “Nos últimos tempos as pessoas perceberam que o conceito de qualidade de vida e bem estar não é uma simples tendência de moda, e sim um estilo de vida”, explica.

Todos os ambientes da casa podem receber a técnica e utilizar seus fundamentos, no entanto, o ideal é que haja bom senso. “Quando há um projeto de arquitetura ou design é fundamental que o consultor saiba trabalhar em conjunto com o arquiteto ou designer, caso contrário corremos o risco de sofrer preconceitos e discriminações”, ressalta.

A harmonização do ambiente, a partir do Feng Shui, se dá com a disposição estratégica de determinados móveis e objetos pelo cômodo, por meio de uma análise do fluxo de energia vital presente no ambiente, a partir do uso correto das cores – seguindo os princípios da cromoterapia – e com constantes limpezas físicas e energéticas no local. Também fazem parte da arte chinesa a neutralização de focos de energia estagnada e nichos energéticos negativos no ambiente e a utilização de plantas na casa.

Harmonia em cada cômodo
Os elementos do Feng Shui no quarto do casal podem ser utilizados, principalmente, no uso das cores e de objetos específicos, como fotos, quadros e enfeites e na disposição da cama. “Quartos de dormir precisam ser lugares “sagrados” onde uma boa noite de sono precisa acontecer de verdade, e onde o “amor” do casal precisa ser renovado”, destaca Adriana.

O local adequado para a cama do casal não deve ser encontrado de forma aleatória. “Muitas vezes pode-se até usar o uso da radiestesia – técnica que usa pêndulos para detectar energias nocivas no ambiente – para escolher a melhor cor para o quarto, ou a cor que está faltando naquele ambiente”, esclarece Adriana.

As salas são ambientes sociais e, por isso, podem receber uma melhora considerável com o Feng Shui. “O fluxo de energia vital não pode ser bloqueado por sofás, mesas e cadeiras. Os móveis devem ter a simbologia de convidar as pessoas para a convivência e não afastá-las disso”, observa.

Normalmente os banheiros são locais problemáticos de energia, independente do tamanho deles ou localização. “São locais de eliminação de energias negativas e limpeza no sentido físico da palavra”, destaca a design de interiores. Algumas ações são importantes para manter a harmonia neste local, como nunca deixar a tampa da bacia levantada, manter a porta do banheiro fechada, deixar o local sempre limpo e aromatizado.

Elementos da natureza
De acordo com a técnica chinesa, a cor é um item fundamental para a busca do equilíbrio em um ambiente e cada tom está relacionado aos cinco elementos da natureza: água, madeira, fogo, terra e metal. O vermelho está associado ao fogo e ao sangue, por isso são capazes de potencializar o sucesso. O ideal é utilizar este tom em ambientes de interação entre as pessoas, como as salas.

Ligado ao elemento terra, o amarelo representa a luz do sol e o brilho do ouro. Esta cor é recomendada para decorar salas de televisão. Já o azul pode ser associado ao céu ou ao mar. Quando usado de forma regrada este tom proporciona tranquilidade. É é indicada para quartos e sala de meditação.

A cor verde está relacionada aos elementos madeira e também à primavera, são tons que limpam e purificam. Este tom pode ser utilizado em todos os ambientes da casa. O branco também tem total liberdade em toda a casa. A cor traz a ideia da pureza e criatividade.

Serviço
Adriana Reis Schulz
7055-7753
adrianaschulz@gmail.com

Patrícia Ungarelli
2061-5957/9914-6676
patricia@harmonizar.com.br
www.harmonizar.com.br

Técnica harmoniza local de trabalho
No ambiente de trabalho é possível aplicar a técnica de Feng Shui de acordo com as disposições dos elementos, por exemplo, mudar posições de móveis, trocar ou revestir pisos, mudar cores de paredes ou mesmo decorar com papéis e cortinas, projetar outro tipo de luminotécnica, arborizar com plantas.
Um ambiente decorado com técnicas do Feng Shui traz uma nova sensação de bem estar nas pessoas. Isso pode ser observado através da acomodação do sentar, de enxergar, de tatear, de respirar, de concentrar, e produzir os afazeres do dia a dia de forma natural e harmônica.

O uso do Feng Shui é uma tendência que vem ganhando adeptos ao longo dos anos. Porém, as pessoas esquecem que o Feng Shui está em cada um de nós, apenas temos que nos conscientizar que os principais elementos que procuramos estão ao nosso lado: a natureza, representado pela terra que tocamos, pelo ar que respiramos, pelo sol que nos aquece e ilumina e pela água que sobrevivemos.

Shinpei Sunaga
4121-3449
shinpei@concetti.com.br

Saiba mais sobre Feng Shui no Reporter Diário.

A psicologia das cores na arquitetura de interiores

As cores determinam a relação das pessoas com os ambientes.

A importância das cores na arquitetura de interiores e sua influência em nossas vidas são evidentes. De acordo com o arquiteto Jayme Bernardo, a cor é um dos principais fatores determinantes da forma como nos relacionamos com nosso ambiente e o que ele nos transmite. Nossa sensibilidade reage às cores de várias maneiras. São reações subjetivas e nossa sub-consciência percebe mínimos detalhes que as vezes passam desapercebidos pelo consciente. Cores quentes nos deixam alegres, passam energia, força, enquanto as cores frias acalmam e relaxam. Pessoas alegres e extrovertidas preferem usar cores quentes e claras e por isso buscam decorar a própria residência ou local de trabalho com as cores que se identificam. Pessoas tímidas e introspectivas buscam as cores frias e escuras.

Segundo o arquiteto Jayme Bernardo, devemos levar em consideração fatores culturais, modismos, idade, sexo e o meio em que se vive na hora de escolher as cores em um projeto arquitetônico.

A importância das cores na arquitetura de interiores e sua influência em nossas vidas são evidentes. De acordo com Jayme Bernardo, a cor é um dos principais fatores determinantes da forma como nos relacionamos com nosso ambiente e o que ele nos transmite. Em ambientes mais íntimos, como nos quartos, é possível imprimir os traços de personalidade com mais liberdade, tanto nas cores quanto no mobiliário. Vale a pena observar a influência da cor nesse ambiente.

Quarto de dormir é um local de conforto e tranqüilidade que deve proporcionar uma sensação de relaxamento. As cores devem ser suaves e sutis, em vez das contrastantes e nítidas. Cores pesadas devem ser evitadas. Já no quarto das crianças é recomendável cores da faixa do vermelho, laranja e amarelo, com a finalidade de criar um ambiente claro e luminoso. Acima dos 13 anos, as tonalidades mais claras do verde e do azul são geralmente preferíveis. Cores escuras devem ser evitadas. Deve-se prestar atenção na iluminação, a fim de atenuar o esforço visual durante a leitura. O quarto do casal exige um projeto de cores que se adapte a ambos. Evita-se cores vívidas ou escuras, a menos que o objetivo seja criar um ambiente vibrante ou muito forte. O arquiteto Jayme Bernardo dá preferência às tonalidades sutis e suaves, utilizando cores quentes e relaxantes.

Veja os significados das cores que grandes arquitetos como Jayme Bernardo seguem como referência em suas obras:

Vermelho – É quente, vivo, agressivo, sensual, estimula os instintos. Deve ser usado com moderação.

Laranja – Possui a luminosidade do amarelo e excitação do vermelho. Representa prosperidade.

Amarelo – Irradia luz, brilho, calor, vida, alegria, riqueza.

Verde – O verde é calmo, equilibra as emoções. É a cor que menos fadiga a vista, é o equilíbrio entre o calor e o movimento do amarelo e a estática e a frieza do azul.

Branco – É luz, pureza, limpeza, castidade, transmite uma sensação de paz, tranqüilidade de espírito, bem estar. É a presença de todas as cores.

Preto – Está associada à tristeza. Esses conceitos servem como parâmetros, na verdade deve se levar em consideração à aplicação. Exemplo: tamanho do objeto, textura, meio de aplicação.

Fonte: Bem Paraná

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