A psicologia das cores na arquitetura de interiores

I-Stick em fevereiro 11th, 2010

As cores determinam a relação das pessoas com os ambientes.

A importância das cores na arquitetura de interiores e sua influência em nossas vidas são evidentes. De acordo com o arquiteto Jayme Bernardo, a cor é um dos principais fatores determinantes da forma como nos relacionamos com nosso ambiente e o que ele nos transmite. Nossa sensibilidade reage às cores de várias maneiras. São reações subjetivas e nossa sub-consciência percebe mínimos detalhes que as vezes passam desapercebidos pelo consciente. Cores quentes nos deixam alegres, passam energia, força, enquanto as cores frias acalmam e relaxam. Pessoas alegres e extrovertidas preferem usar cores quentes e claras e por isso buscam decorar a própria residência ou local de trabalho com as cores que se identificam. Pessoas tímidas e introspectivas buscam as cores frias e escuras.

Segundo o arquiteto Jayme Bernardo, devemos levar em consideração fatores culturais, modismos, idade, sexo e o meio em que se vive na hora de escolher as cores em um projeto arquitetônico.

A importância das cores na arquitetura de interiores e sua influência em nossas vidas são evidentes. De acordo com Jayme Bernardo, a cor é um dos principais fatores determinantes da forma como nos relacionamos com nosso ambiente e o que ele nos transmite. Em ambientes mais íntimos, como nos quartos, é possível imprimir os traços de personalidade com mais liberdade, tanto nas cores quanto no mobiliário. Vale a pena observar a influência da cor nesse ambiente.

Quarto de dormir é um local de conforto e tranqüilidade que deve proporcionar uma sensação de relaxamento. As cores devem ser suaves e sutis, em vez das contrastantes e nítidas. Cores pesadas devem ser evitadas. Já no quarto das crianças é recomendável cores da faixa do vermelho, laranja e amarelo, com a finalidade de criar um ambiente claro e luminoso. Acima dos 13 anos, as tonalidades mais claras do verde e do azul são geralmente preferíveis. Cores escuras devem ser evitadas. Deve-se prestar atenção na iluminação, a fim de atenuar o esforço visual durante a leitura. O quarto do casal exige um projeto de cores que se adapte a ambos. Evita-se cores vívidas ou escuras, a menos que o objetivo seja criar um ambiente vibrante ou muito forte. O arquiteto Jayme Bernardo dá preferência às tonalidades sutis e suaves, utilizando cores quentes e relaxantes.

Veja os significados das cores que grandes arquitetos como Jayme Bernardo seguem como referência em suas obras:

Vermelho – É quente, vivo, agressivo, sensual, estimula os instintos. Deve ser usado com moderação.

Laranja – Possui a luminosidade do amarelo e excitação do vermelho. Representa prosperidade.

Amarelo – Irradia luz, brilho, calor, vida, alegria, riqueza.

Verde – O verde é calmo, equilibra as emoções. É a cor que menos fadiga a vista, é o equilíbrio entre o calor e o movimento do amarelo e a estática e a frieza do azul.

Branco – É luz, pureza, limpeza, castidade, transmite uma sensação de paz, tranqüilidade de espírito, bem estar. É a presença de todas as cores.

Preto – Está associada à tristeza. Esses conceitos servem como parâmetros, na verdade deve se levar em consideração à aplicação. Exemplo: tamanho do objeto, textura, meio de aplicação.

Fonte: Bem Paraná

2 Responses to “A psicologia das cores na arquitetura de interiores”

  1. ola podemos trocar links?
    bjocas

  2. Oi Bia!
    Olha, ainda não trabalhamos com troca de links. Mas fica ligada no blog que sempre tem promoção pra quem tem blog!
    bjo

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