Nossa última leva de frases trouxe ao público textos tão inspiradores que foi necessário um post aqui no blog para comentarmos um pouco sobre cada um e seus autores, todos ainda estreantes na linha Talking Wall. Sabemos que o desejo de se ter na parede palavras vai além da estética, e que o crescente sucesso da linha Talking Wall mostra um público mais preocupado com questões mais intangíveis.
Pensando nisso, rodamos o mundo literário em busca de textos que fazem a diferença, fazendo escalas em vários continentes.
Da Índia, o primeiro Nobel de Literatura não-europeu Rabindranath Tagore nos diz que:
Ali perto - na China, e distante séculos e séculos no tempo, Lao Tsé – o grande mestre Taoísta, já sabia sobre os segredos do auto-conhecimento. Em sua obra Tao Te King, no verso 33, encontramos:
Avançando no tempo e mais a oeste, John Lennon resume em breves palavras o que pensa sobre a liberdade e o amor, os dois mais importantes alvos de sua poesia musical:
E outro John, o Wooden, desafia os padrões do mundo dos esportes com seu poder de motivar através das palavras. Contrariando o estereótipo de treinador linha-dura, alcançava a invencibilidade de seu time com seus discursos motivacionais. Em um deles, John dizia:
E de loucos todos temos um pouco. Em todo lugar e em toda a História, sempre fomos vários! Algum sábio uma vez disse que “aqueles que são loucos o bastante para pensar que são capazes de mudar o mundo, são aqueles que de fato o mudam”. E provavelmente o chamaram de louco também.
























